domingo, 9 de agosto de 2009

Kabremer

O Kabremer é a escrita original brêmica. A partir de agora, estudaremos a escrita e depois passaremos para a gramática, incluindo o vocabulário.

Relembremos da diferença visual entre os katras, os piynum e os kiynum: os katras iniciam no meio de uma das linhas e terminam em uma extremidade. Os piynum e kiynum começam em uma extremidade e terminam em outras, sendo os primeiros ocupando um único espaço e o segundo ocupando dois.

Cada litograma se constrói sobre um bloco, que possiu três linhas. Estes blocos são chamados de dakoo (plural dakooin) e estas linhas são chamadas de tome (plural tomen). Para se representar os sons, utilizamos traços oblíquos sobre os dakooin, que se chamam okre (plural okren), que são os katras, piynum e kiynum.

Cada bloco pode conter, no geral, dois ou três traços e destes, apenas um pode ser uma consoante, pois estas possuem posição fixa. O mesmo não acontece com as vogais, veremos que elas podem ser qualquer traço iniciando no centro de uma linha e terminando na extremidade que outra, em qualquer direção. Esta direção definirá a posição da vogal em relação à consoante que a acompanha no litograma. As imagens abaixo, por exemplo, representam, respectivamente AS, SA e ASA. A letra A fica em cima da primeira linha. Quando a vogal aponta para a esquerda, significa que ela deve ser pronunciada antes da consoante; quando aponta para a direita, vem depois; e quando há duas vogais apontando para direções opostas, significa que uma vem antes e a outra vem depois.

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