sábado, 8 de agosto de 2009

Bubremer

Quando falamos sobre a história do Brêmer, mencionamos que ele possui uma escrita correspondente em todos os sistemas de escrita da Terra. Chamamos estes sistemas correspondentes de Bubremer. Há vários sistemas de Bubremer, correspondentes a cada sistema de escrita. Aqui, falaremos sobre o Bubremer latino, que usa o alfabeto latino moderno, o mais usado na Terra, mas também há o bubremer katakana, o bubremer grego, o bubremer russo, etc.

Em primeiro lugar, saibamos que o Brêmer se baseia nos sons. Obedecendo às regras de cada letra, as palavras se escrevem da mesma forma que se lêem.
Relembrando, em ordem alfabética brêmica, as letras que usamos são:

a – d – p – e – g – b – i – m – l – s – f – o – t – v – u – k – z – y – n – r

Vamos agora às regras:

• Os katras ai, e u possuem seus sons característicos.

• O katras o sozinho depois de uma consoante tem som de ou. Para obter som de o, ele precisa ser duplicado (oo).

• O katras e sozinho depois de uma consoante tem som de i. Para obter som de e, ele precisa ser duplicado (ee).

• O katras y tem som de i, com algumas exceções: diante de l, formando contrução ly, tem som de lh; diante k, formando a construção ky, tem som de x; diante de n, formando a construção ny, tem som de nh; diante de r, formando a construção ry, tem som de rr; diante de i, formando a construção iy, tem som de j ou pode ter som de ji.

• O piynum g sempre tem som palatal, mesmo diante de e e i.

• O kiynum m sempre tem som bilabial, além de implicar em nasalização da vogal anterior.

• O kiynum l sempre tem som alveolar, mesmo depois de vogal.

• O piynum s sempre tem som sibilante, mesmo entre vogais.

• O kiynum n, posto depois de vogal, apenas a nasaliza e não é lido.

• O kiynum r sempre tem som vibrante, independente da posição, a não ser que seja sucedido por y e este por outra vogal, quando adquire som aspirado.
Vejamos abaixo alguns exemplos de escritas de palavras e frases usando o Bubremer latino. Todas as palavras serão escritas em quatro níveis: primeiro frase em portugês, depois a escrita no Bubremer latino, que será sempre em itálico, depois a escrita no Kabremer. Este último será escrito apenas a título de curiosidade, pois será explicado mais adiante.

É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.
Dameenesem us sameeles muriaken la du ba ye dae urganeet.




Não deixe nada pra semana que vem, porque semana que vem pode nem chegar.
Ba yma baleif ep geemat valere, beekta geemat valere agroosem ba maes.

2 comentários:

  1. Entendi tudo, principalmente as partes:

    • O piynum g sempre tem som palatal, mesmo diante de e e i.
    • O kiynum l sempre tem som alveolar, mesmo depois de vogal.
    • O piynum s sempre tem som sibilante, mesmo entre vogais.

    Pois é...¬¬'
    • O kiynum n, posto depois de vogal, apenas a nasaliza e não é lido.
    • O kiynum r sempre tem som vibrante

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  2. Som palatal: ga, gue, gui, go, gu; a língua encosta no palato (céu da boca) para fazer o som.

    Som alveolar: para falarmos o L, encostamos a ponta da língua nos alvéolos dentários (onde os dentes se encaixam nos maxilares).

    Som sibilante: acho que dá para imaginar o que é sssssssibilante. É só ver no dicionário o que significa SIBILAR, sé já não souber.

    Nasaliza: torna o som nasal, saindo pelo nariz, como à ou Õ. Não tem outra forma de explicar esse som.

    Som vibrante: Acho que também dá pra imaginar o que é som vibrrrrrrrrrante. É o que a língua faz quando pronunciamos esse R.

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